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sábado, 14 de dezembro de 2019

Filme #170 – Gravidade (Gravity, 2013)

Não se solte

Os astronautas Ryan Stone e Matt Kowalski estão em um ônibus espacial para realizar uma missão de rotina, mas um grave acidente destrói a nave e eles ficam completamente sozinhos no espaço e sem conexão com a Terra. Protagonizado por Sandra Bullock e George Cloney, Gravidade recebeu sete Oscars, incluindo o de melhor diretor para Alfonso Cuarón.

Gravidade (Gravity, 2013)

No filme, a Dra. Ryan Stone (interpretada por Sandra Bullock) e o veterano Matt Kowalski (interpretado por George Clooney) estão em uma missão rotineira para reparar o telescópio espacial Hubble. Os astronautas batem papo com o comando da missão em Houston, Kowalski conta piadas até que uma ordem de abortar a missão chega. Todo mundo deve parar o que está fazendo, pois destroços de um satélite vão em direção ao ônibus espacial. A partir daí, Stone e Kowalski precisam achar um jeito de sobreviver em tal ambiente hostil, sem nenhum contato com o comando da missão, correndo o risco de ficarem sem ar ou de serem atingidos por destroços do tal satélite danificado. A Dra. Stone então percebe que precisa sobreviver de qualquer jeito a partir daí.

Um ponto forte do filme que me fez refletir bastante foi quando ela começa a imitar um cachorro. O motivo não direi, mas o que importa é a reflexão implícita: Até onde um ser humano, quando está com todos os seu limites sendo testados pode chegar apenas para ter uma ideia de contato humano? É por esses e outros motivos que Gravidade conquista logo de cara, merecendo entrar nos rankings de melhores filmes.

É justamente isso que o filme lida, com vários sentimentos diferentes. A solidão, a morte, o desejo da sobrevivência, o raciocínio lógico em uma situação crítica, o medo do vazio que chega a ser ensurdecedor de tão grandioso que se apresenta no filme. Você oscila entre o capacete de Stone e uma visão de uma terceira pessoa, captando suas angústias, sua vida sofrida na Terra e a dificuldade de um resgate. 

Os efeitos especiais são incríveis. As cenas dos mesmos flutuando, girando sem controle em um mundo sem atrito, tudo isso ficou tão perfeito que faz do filme um verdadeiro deleite para os olhos e para a cabeça. Uma ficcão científica que não ofende, que respeita o fã do gênero. Eu gostei bastante. Recomendo!
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