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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Meus Discos #21 – CD “Coil” Toad the Wet Sprocket

Foi quando completei 2 aninhos de vida quando o álbum Coil do Toad the wet Sprocket foi lançado em 20 de maio de 1997. Ao longo de seis álbuns, o Toad The Wet Sprocket conquistou um nicho respeitável como uma pequena banda de rock moderno. O álbum foi lançado pela gravadora Columbia Records e produzido por Gavin MacKillop. É o tipo de música que passa de geração para geração, nunca envelhece.

Junto com Dulcinea, esse álbum é um dos meus favoritos da banda. Coil é estritamente para os verdadeiros fãs de Toad the Wet Sprocket. Tem aquele mesmo som ousado que conhecemos deles. Embora o álbum seja um pouco mais sombrio, está longe de ser assustador, já que o talento de Toad é para um pop acústico agradável e levemente melódico, e Coil não é diferente do resto de seu catálogo nesse aspecto. 

Todas as músicas aqui são ótimas e é um daqueles CD dos quais não consigo me cansar. Todas as faixas são cantáveis ​​e contagiosas. Com certeza isso só firma o Toad a continuar no meu ranking de bandas favoritas.

Capa do álbum Coil


Este álbum foi elogiado por alguns como o álbum mais maduro da banda. Ele combina temas explorados em todos os seus álbuns anteriores - incluindo amor, espiritualidade e as virtudes de uma vida simples - e continua o som acústico simples encontrado em "Dulcinea". Uma música do álbum chegou às paradas de rock moderno da Billboard e Mainstream, "Come Down", e o single "Crazy Life" explora as injustiças percebidas pelo ativista Leonard Peltier (segundo, Wikipedia).

Vamos as faixas, uma delas é "Throw It All Away", onde as letras são uma ode para livrar-se de coisas que não o melhoram como ser humano. Da mesma forma, a faixa "Come Down" é um apelo a um outro significativo para abandonar todas as pretensões de superioridade e começar a realmente melhorar a si mesmo. 

Já ''Little Man Big Man'', apresenta uma reflexão sobre a natureza humana, sobre o valor e importância pessoal, é uma das canções mais contagiantes do álbum. Em "Don't Fade" coloca a música exatamente onde ela pertence - neste álbum. Quanto às letras, essas letras sugerem que alguém está lutando. Embora "não desapareça, eu preciso saber que alguém ainda acredita" (Don't fade, i need to know that someone still believes) possa significar muitas coisas. Essa música é religiosa ou pessoal? - Você decide.

A música "Crazy Life" exibe uma perspectiva positiva e otimista. Esta música é um bom reflexo de como a maioria dos altos e baixos deste CD ocorre simultaneamente. A guitarra nesta faixa é incrível, desde a introdução excelente até o final dela.

Temos também "All Things in Time" com um jeito lento e suave. Expressa um sentimento de "tudo vai ficar bem", mas dificilmente explica como e as outras músicas do álbum tornam esse sentimento difícil de acreditar. 

Recomendo muito essa banda. Eles escrevem letras semelhantes - muito sinceras, muitas vezes emocionais, sempre poéticas. Ouça no spotify.
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