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domingo, 1 de novembro de 2020

Minha Memória de Séries #56 – The Mentalist

Acho que já disse aqui no blog que sou fã de programas, séries e filmes com esse toque de mistério/crimes não solucionados etc.,  então na minha memória de séries ''O Mentalista'' tem um lugar especial, uma série de investigações policiais com um toque ''mediúnico'' e uma mitologia serial - e que comecem os jogos mentais!

Patrick Jane (interpretado pelo Simon Baker) havia alcançado o sucesso como médium, mas as habilidades e percepções bastantes reais que ele desenvolveu ao observar e manipular pessoas enquanto trabalhava foram de fato úteis quando sua esposa e sua filha morreram nas mãos de um assassino astuto que se auto intitulava ''Red John'' (John Vermelho). Patrick Jane se ofereceu para atuar como consultor para a California Bureau of Investigation (CBI) e não só ajudou a resolver vários casos, como se esforçou para encontrar o assassino de sua família e levá-lo à justiça.

The Mentalist


Criada pelo produtor-executivo Bruno Heller, a série combinava o estilo antológico mais tradicional de investigação policial com uma trama recorrente da busca de Patrick Jane por Red John. Essa história, assim como a tradição da série de batizar todos os episódios com uma referência à cor vermelha, terminou com um confronto final violento entre Red John e Patrick Jane no oitavo episódio da sexta temporada. A série então orquestrou uma mudança narrativa um tanto surpreendente em uma semana, com um salto de dois anos na história; Patrick Jane leva uma vida reclusa e tranquila após cumprir sua vingança e é levado de volta para o mundo da investigação de crimes.

A conclusão da história de Red John talvez tenha agradado muitos espectadores, mas deixou a série sem a força-motriz que a sustentava por tanto tempo. Algumas pessoas talvez tenham ficado chocadas - e outras, igualmente contentes com o desenvolvimento de uma romance entre Patrick Jane e Teresa Lisbon (interpretada pela Robin Tunney), a líder da equipe do CBI. Que na minha opinião, depois do Patrick Jane, ela é uma das melhores personagens da série. Teresa Lisbon é uma linda agente do FBI que não perde Patrick de vista. E mesmo sendo a primeira a reconhecer os talentos desse moderno Sherlock Holmes, ela está empenhada em resolver os casos com ou sem a ajuda dele.

Além de seduzir e manipular como nenhum outro, o poder mental de Patrick Jane consiste em prestar atenção nos mínimos detalhes, o que me deixa fascinado pela série, no decorrer dos episódios mergulhamos fundo em cada crime, buscando solucionar junto com Patrick e os outros agentes. Com 7 temporadas produzidas e uma trama fácil de acompanhar e cheia de pequenos mistérios, a produção mostrou o civil Patrick Jane usando seu faro de observador e uma visão analítica na unidade de combate ao crime a cada episódio. Super recomendo a série!

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